20 ANOS DE P&D CONTÍNUO ALGORITMOS PROPRIETÁRIOS DE IA 99,9% DE PRECISÃO VALIDADA CALIBRAÇÃO ADAPTATIVA AUTOMÁTICA CLIENTES EM 3 CONTINENTES 6.000 PEÇAS POR MINUTO
Sanick Equipamentos de Precisão Conte com a Sanick
Sensor Sanick Intelicount contando parafusos protéticos em linha de produção de componentes odontológicos

Sanick Intelicount · Componentes odontológicos

Contador de componentes para prótese dentária e implantes

Contagem unitária de parafusos protéticos, pilares, análogos e transferentes por interrupção de plano infravermelho. Diâmetros a partir de 0,9 mm, com 99,9% de precisão validada — sem depender do peso da peça nem da conferência visual do operador.

0,9 mm de diâmetro 99,9% de precisão Neodent e SIN Implantes Sem ajuste por SKU
0,9 mm
menor diâmetro contado
99,9%
precisão validada
6.000
peças/min (máx.)
12 meses
de garantia

Guia técnico

Automação da contagem de componentes odontológicos

Este documento reúne o que uma operação de implantes, componentes protéticos ou distribuição odontológica precisa avaliar antes de automatizar a contagem: onde o erro nasce, quanto custa, o que o sensor consegue contar e quando cada tecnologia faz sentido.

O desafio

A contagem de componentes odontológicos ainda é visual

Componente protético reúne, num único item, três características que quebram qualquer método de contagem convencional: é muito pequeno, tem valor unitário alto e é visualmente quase idêntico ao item vizinho.

Um parafuso protético de 1,2 mm de diâmetro e um de 1,4 mm são indistinguíveis a olho nu. Um análogo de plataforma cone morse e um de hexágono externo diferem em detalhes de milímetros. E a operação trabalha com centenas de SKUs assim, separados em caixas que se parecem umas com as outras.

Nesse contexto, a contagem manual não é apenas lenta — ela depende de um operador experiente que reconhece a peça pelo formato. Quando esse operador sai, o conhecimento sai junto.

Peça minúsculaDiâmetros abaixo de 1,5 mm tornam a conferência visual pouco confiável e cansativa ao longo do turno.
Alto valor unitárioUm pilar protético custa mais que uma caixa inteira de parafusos comuns. O erro unitário pesa muito mais.
SKUs semelhantesComponentes de plataformas diferentes se distinguem por décimos de milímetro.
Montagem de kitUm kit cirúrgico com dez itens tem dez chances de erro, e um item errado invalida o conjunto.
RastreabilidadeSetor regulado, com exigência de registro por lote e conferência documentada.
Dependência do operadorA precisão fica atrelada à experiência de quem separa, não ao processo.

Impacto

Quanto custa uma contagem incorreta

O problema não é contar. É garantir que a quantidade correta chegue à etapa seguinte — porque o erro de contagem não para onde acontece: ele se propaga.

01Contagem incorreta
02Embalagem incorreta
03Conferência detecta — ou não
04Retrabalho e reabertura
05Atraso na expedição
06Devolução ou divergência com o cliente

Em componentes odontológicos, a aritmética é diferente da de fixadores comuns. Com peça de valor alto, um erro de 1% em 30 mil peças por mês representa perda de ordem muito superior à de uma operação de parafusos industriais com o mesmo percentual. A calculadora mais abaixo permite estimar isso com os números da sua operação.

Há ainda o custo que ninguém mede: peça enviada a mais nunca gera reclamação. Um erro sistemático para cima consome margem o ano inteiro sem deixar rastro.

Experiência no setor

Equipamentos Sanick em operação na indústria de implantes

A Sanick atende empresas do segmento de implantes e componentes odontológicos. Entre elas, Neodent e SIN Implantes.

Na Neodent, a contagem é feita com o CEI 2026 e com unidades do ESC 2020, ambos equipados com o sensor Sanick Intelicount da linha SL — a configuração indicada para peças pequenas com relação de aspecto até 1:5.

Isso significa que a aplicação em componentes odontológicos não é uma adaptação de outro segmento: é operação corrente, com equipamento em linha e peças reais do setor.

Neodent SIN Implantes
Chão de fábrica de usinagem de precisão com centros CNC e bandejas de componentes protéticos em inspeção
Usinagem de precisão de componentes protéticos. É neste ponto do processo — entre a produção e a embalagem — que a contagem automatizada entra.

Aplicações

Componentes contados pelo Sanick Intelicount

A seleção do sensor é feita pela maior dimensão da peça, não pelo diâmetro. É por isso que um pino de 0,9 mm de diâmetro é contado sem dificuldade: o que entra na faixa de leitura é o comprimento.

Caixas organizadoras com parafusos protéticos, pilares, análogos, transferentes e componentes de laboratório separados por tipo
Cada caixa é um SKU. Um método que exige recalibração a cada troca de componente não sustenta uma operação com esse mix.

Parafusos protéticos

Diâmetro a partir de 1,2 mm · titânio

Desafio: corpo esguio e rosca fina. A relação entre diâmetro e comprimento é alta, o que dificulta métodos que dependem da silhueta da peça.

Comportamento: contado em operação corrente. A leitura considera a maior dimensão, e o auto-tuning absorve variação de acabamento entre lotes.

Pinos e componentes finos

Diâmetro a partir de 0,9 mm

Desafio: é o menor componente da linha. Contagem por peso é inviável — a massa unitária fica dentro do erro de leitura da balança.

Comportamento: menor diâmetro validado pela Sanick no segmento. A detecção é óptica, então a massa não participa do resultado.

Pilares e mini pilares

Intermediário protético · titânio

Desafio: maior valor unitário da linha. Um erro de contagem aqui custa proporcionalmente muito mais que em qualquer outro componente.

Comportamento: geometria regular e dimensão confortável dentro da faixa. Aplicação deve ser validada conforme o modelo específico.

Análogos

Réplica de implante · titânio

Desafio: variantes de plataforma se distinguem por décimos de milímetro, e a conferência visual não separa uma da outra com segurança.

Comportamento: o sensor conta quantidade, não classifica tipo. A separação por SKU continua sendo do processo; a contagem deixa de ser.

Transferentes

Moldeira aberta e fechada

Desafio: geometria composta, com partes de diâmetros diferentes no mesmo corpo.

Comportamento: a leitura é por interrupção do feixe, e a maior dimensão define o perfil. Aplicação deve ser validada conforme geometria e material da peça.

Componentes de kit

Kits cirúrgicos e protéticos

Desafio: um kit com dez itens tem dez oportunidades de erro, e um único item faltando invalida o conjunto inteiro.

Comportamento: um sensor por canal de alimentação permite verificar cada componente antes do fechamento, transformando conferência final em controle por item.

Componentes não listados acima devem ser avaliados caso a caso: a compatibilidade é validada conforme geometria, dimensões, material e acabamento da peça. A Sanick executa o ensaio com a peça real antes de confirmar desempenho.

Perfis de operação

Quatro operações, quatro motivos para automatizar

A contagem de componentes odontológicos aparece em contextos distintos, e o ganho não é o mesmo em todos.

PERFIL 01

Fabricante de implantes e componentes

Usinagem própria, embalagem por lote, apontamento de produção e rastreabilidade por lote.

Dor principal
A contagem precisa fechar com o apontamento de produção. Conferência manual entre usinagem e embalagem cria gargalo e não gera registro.
Maior ganho
Padronização da quantidade embalada e redução de retrabalho. Com integração ao CLP, a contagem alimenta o apontamento em vez de ser conferida depois.
PERFIL 02

Distribuidor odontológico

Centenas de SKUs de múltiplas marcas, separação diária de pedidos fracionados.

Dor principal
Separação e conferência de pedido. Componentes semelhantes entre marcas aumentam o risco, e a dupla conferência duplica o custo sem eliminar a falha.
Maior ganho
Reduzir divergência de quantidade na expedição. Como não há ajuste por SKU, a troca constante de item deixa de ser gargalo.
PERFIL 03

Laboratório de prótese

Volume médio, alta variedade de componentes, montagem por caso clínico.

Dor principal
Organização e separação de componentes por trabalho. O controle de estoque depende de conferência manual e diverge com frequência.
Maior ganho
Contagem verificável na separação e no recebimento, reduzindo divergência de inventário sem acrescentar etapa de conferência.
PERFIL 04

Montador de kits odontológicos

Kits cirúrgicos e protéticos com múltiplos componentes por conjunto.

Dor principal
Garantir a quantidade correta de cada item do kit. A conferência acontece no fim, quando o erro já custou a montagem inteira.
Maior ganho
Verificação por item antes do fechamento, com um sensor por canal de alimentação. O erro é detectado onde ocorre, não no fim da linha.

Precisão e validação

Como a peça é selecionada

O critério de seleção do sensor é a maior dimensão da peça — não o diâmetro. É o que permite contar um pino de 0,9 mm: o comprimento é que determina o perfil de leitura.

Linha SL

Faixa de trabalho de 2 a 40 mm na maior dimensão, com dois modos: peça pequena de 2 a 10 mm e peça grande de 10 a 40 mm. Relação diâmetro–comprimento de até 1:5.

É a linha em operação na indústria de implantes.

SL · 2 a 40 mm · até 1:5

Linha LL

Faixa de 3 a 50 mm, com modo Grande para relação até 1:5 e modo Comprida para relação até 1:10 — indicada quando a peça é acentuadamente alongada.

LL · 3 a 50 mm · até 1:10

Menores diâmetros validados

Em operação no segmento odontológico: 0,9 mm em pinos e 1,2 mm em parafusos protéticos. A detecção é óptica, então a massa da peça não participa do resultado.

0,9 mm · pinos · titânio

Calibração adaptativa

O limiar de detecção é reajustado continuamente pelo próprio sensor conforme a luz ambiente e a peça em circulação. Trocar de SKU não exige reconfiguração — não há tabela de peças a cadastrar.

troca de perfil ~4 s · partida ~30 s

Saída e integração

Saída digital push-pull em 24 VDC, 160 mA máximos, compatível com NPN e PNP, por conector M12 de 4 vias — liga direto num CLP. Integração com ERP ou MES, incluindo JSON, é módulo opcional definido por projeto.

push-pull 24 VDC · M12 4 vias

Validação da sua peça

Componentes fora dos listados devem ser avaliados conforme geometria, dimensões, material e acabamento. A Sanick executa o ensaio com a peça real e retorna a precisão medida.

Parafusos protéticos atravessando o furo central de 56 mm do sensor Sanick Intelicount
Parafusos protéticos atravessando o furo de 56 mm. A diferença de escala entre peça e furo mostra por que o método precisa ser óptico e não gravimétrico.

Comparação

Qual o melhor equipamento para contar componentes odontológicos?

Depende do perfil da operação. Quatro tecnologias resolvem a contagem de formas diferentes, e nenhuma é superior em todos os critérios.

TecnologiaMelhor aplicaçãoVantagensLimitações
Contagem manualVolumes baixos, componentes de altíssimo valor conferidos peça a peçaSem investimento inicialLenta, cansativa e dependente da experiência do operador
Balança contadoraLotes homogêneos do mesmo componente, com massa unitária estávelSimples de implantar e amplamente conhecidaDepende da uniformidade de massa; perde exatidão em peças muito leves
Visão computacionalQuando é preciso contar e inspecionar ou classificarAnalisa forma, acabamento e código na mesma passagemInvestimento alto, iluminação controlada e reconfiguração por tipo de peça
Sanick IntelicountContagem dedicada de peças pequenas, com muitos SKUs e troca frequente de itemSem ajuste ao trocar de componente; independe de massa e acabamentoConta quantidade, não classifica tipo; aplicação deve ser validada com a peça

Quando a balança contadora pode não ser a melhor opção

A balança estima a quantidade dividindo o peso total pelo peso médio de uma amostra de referência. O método funciona bem quando a massa unitária é estável e conhecida. Em componentes odontológicos, quatro situações o comprometem:

Isso não torna a balança inadequada para todas as aplicações — em lote grande e homogêneo de um único componente, ela continua sendo uma escolha razoável.

Retorno

Calcule com os números da sua operação

Em componentes odontológicos, o valor unitário muda completamente a conta. Ajuste os controles abaixo com a realidade da sua operação — o cálculo roda no seu navegador e nada é enviado à Sanick.

Calculadora de ROI

Perda estimada por contagem imprecisa

// Parâmetros da sua linha

500.000
2,0%
R$ 1,50
Cálculo em tempo real
Perda estimada por mês
R$ 0
Perda anual estimadaR$ 0
Investimento no IntelicountR$ 2.400 / unidade
Payback estimado

Estimativa ilustrativa baseada nos valores informados acima. Não considera custos de instalação, integração ou variações operacionais específicas da sua linha.

Estimativa. O cálculo considera apenas a perda direta por peça enviada a mais ou a menos, e não inclui retrabalho de embalagem, horas de conferência, frete de devolução nem custo de reposição — que na prática costumam somar mais que a perda unitária.

Perguntas frequentes

Contagem de componentes odontológicos: 38 perguntas

Componentes e compatibilidade

O Sanick Intelicount conta componentes odontológicos?
Sim. O sensor está em operação na indústria de implantes contando parafusos protéticos, pinos e demais componentes de pequeno porte. A compatibilidade de cada referência é validada conforme geometria, dimensões, material e acabamento da peça.
O Sanick Intelicount conta parafusos protéticos?
Sim. Parafusos protéticos com diâmetro a partir de 1,2 mm são contados em operação corrente. A seleção do perfil de leitura considera a maior dimensão da peça, que no parafuso é o comprimento.
O Sanick Intelicount conta pinos?
Sim. O menor diâmetro validado pela Sanick no segmento odontológico é 0,9 mm, em pinos. Como a detecção é óptica e a seleção usa a maior dimensão, o diâmetro reduzido não impede a leitura.
O Sanick Intelicount conta análogos?
Sim, dentro da faixa dimensional do sensor. O equipamento conta quantidade, mas não classifica tipo — a separação entre plataformas diferentes continua sendo função do processo.
O Sanick Intelicount conta pilares e mini pilares?
Sim, dentro da faixa dimensional. Por serem os componentes de maior valor unitário da linha, costumam ser os de maior retorno na automação. A aplicação deve ser validada conforme o modelo específico.
O Sanick Intelicount conta transferentes?
A geometria composta do transferente exige avaliação caso a caso. A Sanick executa ensaio com a peça real antes de confirmar desempenho.
É possível contar componentes de implantes?
Sim, dentro da faixa dimensional e mediante validação da peça. O sensor está em operação em fabricantes do setor.
Qual o menor componente que o sensor conta?
No segmento odontológico, o menor diâmetro validado é 0,9 mm, em pinos. O critério de seleção, porém, é a maior dimensão da peça — não o diâmetro.
O equipamento funciona com peças de titânio?
Sim. A contagem é por interrupção de plano infravermelho, então o material não influencia o resultado, desde que a peça seja sólida e opaca ao infravermelho.
Como validar uma nova referência?
Enviando uma amostra representativa da peça real. A Sanick executa o ensaio e retorna a precisão medida com aquele componente específico, não com uma peça de catálogo.
Como saber se um componente é compatível?
Pelo critério dimensional: a maior dimensão da peça precisa estar dentro da faixa da linha escolhida, e a relação entre diâmetro e comprimento dentro do limite do modo de leitura. Fora disso, é ensaio.
O sensor diferencia um componente de outro?
Não. Ele conta quantidade, não classifica tipo. Se a operação precisa separar componentes visualmente semelhantes, o problema é de classificação e a tecnologia adequada é visão computacional.

Linhas SL e LL

Qual a diferença entre as linhas SL e LL?
A SL trabalha de 2 a 40 mm na maior dimensão, com relação diâmetro–comprimento de até 1:5, em dois modos: peça pequena de 2 a 10 mm e peça grande de 10 a 40 mm. A LL trabalha de 3 a 50 mm, com modo Grande até 1:5 e modo Comprida até 1:10, para peças acentuadamente alongadas.
Qual linha é usada em componentes odontológicos?
A linha SL é a que está em operação na indústria de implantes, incluindo a configuração usada na Neodent.
Como escolher entre SL e LL?
Pela maior dimensão da peça e pela relação entre diâmetro e comprimento. Peça de 2 a 40 mm com relação até 1:5 indica SL. Peça de 3 a 50 mm com relação superior a 1:5 e até 1:10 indica LL em modo Comprida.
A seleção é feita pelo diâmetro da peça?
Não. É feita pela maior dimensão — que em componentes alongados, como parafusos protéticos e pinos, é o comprimento. É por isso que um pino de 0,9 mm de diâmetro é contado sem dificuldade.

Desempenho e operação

Qual a precisão do Sanick Intelicount?
99,9%, validada em 19 unidades operacionais distribuídas em 6 segmentos industriais.
Qual a velocidade de contagem?
Até 6.000 peças por minuto no sensor. A vazão real da linha depende do sistema de alimentação — esteira, calha ou bacia vibratória.
O equipamento precisa de calibração?
Não manualmente. A calibração é adaptativa e contínua, executada pelo próprio sensor durante a operação, sem parada de produção.
Preciso reconfigurar ao trocar de componente?
Não. Não há tabela de peças a cadastrar. Na troca entre peça pequena e peça grande, o Pino 2 do conector M12 alterna o perfil de leitura, com reajuste em cerca de 4 segundos.
Qual a manutenção necessária?
Limpeza periódica da janela óptica conforme o ambiente. Não há peça móvel, elemento de desgaste nem calibração periódica obrigatória.
O sensor conta resíduo ou cavaco de usinagem?
Não. Interrupções menores que o limiar calibrado são descartadas, o que é relevante em ambiente de usinagem, onde há resíduo metálico fino.
O que acontece se duas peças passarem juntas?
São contadas como uma. É limitação de qualquer contagem por interrupção de feixe, e se resolve no sistema de alimentação, que individualiza as peças antes do sensor.
Qual a garantia?
12 meses.

Integração e implantação

É possível integrar com esteira e alimentador?
Sim. O sensor emite um pulso por peça, e o CLP usa esse pulso para comandar o alimentador — inclusive para desacelerar ao se aproximar da quantidade-alvo.
É possível integrar com CLP?
Sim, diretamente. A saída push-pull em 24 VDC dispensa conversor para a maioria das entradas digitais de CLP.
É possível integrar com ERP ou MES?
Sim, como módulo opcional, com escopo e valor definidos por projeto. Inclui envio de dados em JSON. O desenvolvimento é feito pela própria equipe da Sanick.
É possível integrar com balança?
A integração com outros equipamentos depende de projeto e do protocolo disponível no equipamento existente. Esse ponto deve ser confirmado pela equipe técnica da Sanick para o seu caso.
Dá para instalar numa linha que já existe?
Sim. O sensor foi projetado para retrofit: fixação por três insertos M5, conector M12 destacável e alimentação 24 VDC.
Dá para usar mais de um sensor na mesma linha?
Sim. É a configuração usada em montagem de kits: um sensor por canal de alimentação, um canal por componente.
O equipamento é de uso clínico?
Não. É equipamento industrial, para processos de fabricação, embalagem, separação, conferência e expedição. Não se destina a uso em ambiente clínico ou em contato com paciente.

Aplicação por tipo de empresa

Pode ser utilizado por fabricantes de implantes?
Sim. É o perfil em que o equipamento está em operação hoje, incluindo Neodent, com CEI 2026 e ESC 2020 equipados com o sensor da linha SL.
Pode ser utilizado por distribuidores odontológicos?
Sim. O ganho principal está na separação e conferência de pedidos fracionados, onde a ausência de ajuste por SKU importa mais.
Pode ser utilizado em laboratórios de prótese?
Sim, em operações com volume que justifique a automação. Em laboratório de baixo volume e alta variedade, a contagem manual pode continuar sendo a escolha adequada.
Pode ser utilizado na montagem de kits?
Sim. Com um sensor por canal de alimentação, cada componente é verificado antes do fechamento do kit, o que transforma a conferência final em controle por item.
Como automatizar a contagem de componentes odontológicos?
O ponto de maior alavancagem costuma ser a transição entre usinagem e embalagem, porque impede que a divergência entre no estoque. O arranjo típico é um sensor na saída de uma calha ou bacia vibratória: o operador define a quantidade, o alimentador libera, o sensor conta e o sistema para no alvo.
Como reduzir erros na montagem de kits odontológicos?
Verificando cada componente no momento em que ele entra no kit, e não no fechamento. Um sensor por canal de alimentação detecta o erro onde ele ocorre, evitando que a montagem inteira seja refeita.
Como calcular o retorno da automação da contagem?
Multiplicando o volume mensal contado pela taxa de erro atual e pelo valor unitário da peça, o que dá a perda mensal estimada. Dividindo o investimento por essa perda, chega-se ao payback em meses. A calculadora desta página faz esse cálculo com os seus números.
AP

Responsável técnico pelo conteúdo

Adriano Sanick Padilha

Diretor técnico e de P&D da Sanick. Engenheiro Eletricista pela Universidade Federal de Santa Maria (1998), com mestrado em Engenharia Elétrica pela mesma instituição (2001). Responde pelo desenvolvimento de hardware, firmware e algoritmos do Sanick Intelicount.

Atualizado em 7 de agosto de 2026

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